segunda-feira, 5 de setembro de 2011

12 MANEIRAS DE TRANSFORMAR SEU ALUNO M SEU FÃ!!


Manter um aluno por dois, três anos é relativamente fácil, com as dificuldades de se mudar de escola: o estudante tem de adaptar-se a um currículo totalmente novo, novas regras, etc.

O problema é que essa tática não garante que os parentes daquele aluno se matriculem ali. E tratando-se de ensino superior, vai frustrar o aluno, que não se sentirá preparado para sua profissão, e também não vai indicar a nenhum amigo ou conhecido a essa instituição.

Um dos grandes desafios das escolas hoje é tornar seus alunos fãs, para que eles permaneçam na instituição e tragam novos estudantes. Veja algumas dicas:

1.Seja fonte de novas idéias: todos seus alunos estão preocupados, em graus diferentes, com o futuro, com a maneira pela qual o mundo funciona. Apóie seus alunos nesse sentido, dando-lhes informações sobre o cotidiano que não estão no currículo. A escola também pode realizar palestras e bate-papos com profissionais de sucesso, futurólogos, economistas, etc.

2.Demonstre que você tem o conhecimento: o conhecimento que seus alunos esperam, muitas vezes, não é aquele que o professor passa na sala de aula. Que tal fornecer-lhes instruções básicas de economia, marketing pessoal e outros assuntos necessários para sobreviver lá fora? Desenvolva rápidos livrinhos sobre esses temas e distribua a seus alunos.

3.Transmita a imagem correta: se você quer que sua instituição de ensino seja reconhecida como a melhor da região, então faça com que tudo à sua volta reforce essa imagem. Não é necessário contratar um decorador e cobrir seu escritório com tapetes e quadros caros,

4.Conheça o aluno: não assuma que você entende os anseios e as necessidades de todos os alunos. Cada bairro da cidade, cada classe social produz pessoas es.com necessidades e visões diferentes. Dentro de cada bairro, cada família possui suas peculiariedades. E dentro de cada família, cada pessoa tem seu modo único de pensar. Muitos colégios erram ao se apoiar em estudos referentes ao "aluno brasileiro médio". Ora, trabalhar com a média vai fazer, no máximo, que você crie uma escola igual às outras. Gaste algum tempo entendendo a comunidade que você quer atingir.

5.Demonstre que você está aprendendo constantemente: esse é um componente chave para garantir o relacionamento escola-aluno. Para que um estudante sinta-se confortável com o passar do tempo, você deve mostrar que está constantemente aprendendo, tornando-se mais atual, útil e competente. Ficar estagnado é fatal para qualquer instituição.

6.Comunique-se claramente: manter um entendimento claro e cristalino com seus alunos é mais importante do que nunca. Cuidado com aquelas circulares cheias de termos técnicos. Algumas são escritas de uma maneira que só confunde os alunos e pais. Esqueça, portanto, as "atividades de campo interativas para observação da variedade da fauna nacional no Bosque e Jardim Botânico Municipal Memorial Etelvina Montes Farberbara.". Escreva "visita ao Jardim Botânico".

7.Seja acessível: mantenha suas portas abertas, esteja sempre pronto para falar com seus alunos. A grande maioria não abusa dessa facilidade de acesso, embora eles se sintam mais seguros ao saber que podem contatá-lo sempre que precisarem. Diminua a burocracia entre a direção e os alunos.

8.Ouça: deixe o aluno falar e você vai acabar descobrindo exatamente o que ele deseja para que suas aulas e sua escola sejam ainda melhores. Somente quando você tem uma imagem bem clara dos motivos e preocupações dos estudantes é que você pode montar uma escola específica para aquela realidade. Abuse de caixas de su

9.Pense como o estudante: foque no que agradou a você como aluno, quando você sentava do outro lado da sala, bem como as coisas que fizeram você trocar de escola ou faculdade. Assegure-se de praticar a primeira parte, e evitar a segunda. E resista à tendência comum de achar que o que é bom para a sua escola é automaticamente bom para os alunos. Não é, mas o inverso é verdadeiro: o que é bom para seus alunos, no final das contas, vai ser bom para sua instituição. Pense nessas leis sempre que for aprovar algo para sua instituição. Aquela nova ação vai tornar o estudo melhor, mais fácil ou agradável?

10.Nunca decida o que um aluno quer: os estudantes querem conselhos, dicas, sugestões e não conclusões o tempo todo. Então ofereça opções e alternativas. Ensine-os a pensar e analisar. Existe um espaço para verdades absolutas na escola (2 + 2 =4), mas ele não deve ser dominante no relacionamento com os alunos. Trabalhe para criar um cenário que permita ao aluno decidir, apontando aspectos positivos e negativos de algumas situações. Você estará desenvolvendo características que serão muito úteis para eles mais tarde.

11.Torne-se paranóico: Andy Grove, presidente da companhia de peças de computador Intel, sugere que seu sucesso é resultado direto de sua paranóia. É a paranóia que o mantém engajado, atento e fazendo perguntas.

12.Se você não pode ajudar o aluno, seja honesto: a prova do profissionalismo é dizer não. Não existe maneira de uma escola (ou professor) ser capaz de fazer mentindo.



Créditos:
Retirado da Comunidade do Orkut : Amo a educação Infantil
Postado por Dora Ferreira
http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=98868341&tid=5477107974234655789
Artigo Original: Revista Profissão Mestre

Atividades de Psicomotricidade

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Pega-pega americano, Mãe da Rua e Fugi-fugi: coloque a meninada para correr

Introdução


Dentro do universo de jogos e brincadeiras infantis, os jogos de corrida e perseguição constituem um segmento muito importante para o desenvolvimento da motricidade e também uma modalidade de atividade lúdica muito apreciada pelas crianças dessa faixa etária (6 a 8 anos).



Os três jogos propostos aqui mobilizam as habilidades de perseguir e fugir, em três contextos com características diferenciadas, a saber:



•No pega-pega americano, a trajetória de corrida de pegador e fugitivos é multi-direcional, ou seja, os deslocamentos acontecem em todas as direções possíveis.

•No mãe da rua, a trajetória do pegador é multi-direcional, mas as trajetórias dos fugitivos acontecem apenas em um sentido, de uma calçada para a outra.

•No fugi-fugi, a trajetória de corrida de pegador e fugitivos ocorre no mesmo sentido, mudando apenas a direção.

A realização desse tipo de atividade se justifica também pelas restrições de utilização do espaço impostas às crianças de hoje, principalmente para aquelas que moram em zonas urbanas.



Objetivos



•Reconhecer a existência de regras nos jogos vivenciados,

•Obedecer as regras com o auxílio do professor,

•Explicar as regras dos jogos verbalmente para outras pessoas e

•Realizar os movimentos básicos de correr, desviar, frear e equilibrar-se.

Conteúdos específicos



•jogos de corrida e perseguição

•habilidades motoras de correr, desviar, frear, equilibrar, além de capacidades físicas de velocidade, flexibilidade e resistência

Ano

1º ao 3º ano



Jogos pré desportivos com bola

Objetivo

Aprimorar a habilidade de passar a bola com precisão e rapidez, sem deixá-la cair no chão.



Desenvolvimento

Peça que as crianças dividam-se em duas equipes. Fique atento para que todos sejam escolhidos e os times tenham um certo equilíbrio (nível de habilidade, idade, menino e meninas, etc.) Caso perceba que uma equipe está muito mais forte, sugira uma reorganização dos alunos. A equipe que iniciar a rodada deve começar uma troca de 10 passes sem que os demais roubem a bola. A equipe que conseguir completar a sequência marca um ponto e o jogo é finalizado quando uma das equipes completar cinco pontos. Fique atento a aspectos como nível de participação, principais dificuldades encontradas e capacidade de compreensão das regras. Em alguns momentos é interessante organizar uma roda de conversa para que os alunos possam falar a respeito das dúvidas, dificuldades e conquistas. Quando perceber que as crianças dominam o jogo, sugira novos desafios: jogar com duas bolas, em três equipes, diminuir ou aumentar o número de passes, utilizar bolas de diferentes tamanhos e pesos, diminuir o tamanho do campo etc.



Material necessário

Espaço para a prática da atividade (pátio, quadra de grama ou areia).



Avaliação

Observe se as crianças estão melhorando a precisão do passe. Bons indicadores desta capacidade são visíveis quando a bola demora mais para cair no chão, quando os passes são realizados a distâncias maiores e o tempo gasto para completar a partida diminui.



Dia 1º Setembro - Dia do Profissional de Ed. Física

É uma profissão onde nós, professores, ficamos satisfeitos com as mudanças fisiológicas em nossos alunos, quando eles dizem que já sentem as diferenças em seu corpo, conseguiram emagrecer, sentem-se mais relaxados e dispostos nas atividades do dia a dia, tem um humor melhor, etc. Isso que nos motiva a estarmos sempre ajudando vocês, alunos, a cuidarem de seu corpo, a viverem a plenitude da vida desfrutando saúde e bem-estar.